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Editorial - Dia das Mães
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Dia das Mães
Dia das Mães

EditorialEdição 81108/05/2019

Toda vez que se aproxima o Dia das Crianças (12 de outubro, que no Brasil também é consagrado a Nossa Senhora Aparecida), o Dia dos Pais (o segundo domingo do mês de agosto), o Dia dos Namorados (12 de junho, criação do pai do atual governador de São Paulo, quando deputado na década de 1960, antes de ter seu mandato cassado), sem falarmos no Dia dos Avós e até no dia do Natal, não falta quem diga que “são datas criadas pela burguesia capitalista puramente comerciais, cujo único objetivo é vender o máximo de mercadorias úteis ou inúteis possíveis”. 
    Curiosamente, não se costuma ouvir esse tipo de coisa quando se aproxima o “Dia das Mães”, que será comemorado no próximo domingo, dia 12 e, diga-se, o 12 aqui é aleatório não tendo nada a ver com o Dia das Crianças ou Dia dos Namorados, porque a data é comemorada sempre no segundo domingo de maio (aliás, maio é o “Mês das Noivas”). Aqueles que acreditam que aquelas datas são puramente comerciais, não se atrevem a falar a mesma coisa do Dia das Mães. 
      Até o Natal pode não ser “sagrado” para alguns, mas o Dia das Mães é sagrado para todo mundo, até, talvez, para Suzane Richthofen, que matou a sua própria. Falar (mal) da mãe dá briga depois da aula até em creche e pode desencadear revolta em presídios federais. Mãe é coisa séria. Talvez porque, para as mães, pode-se falar mal até do marido, mas jamais dos filhos – mesmo que estejam num presídio federal, porque, nesse caso, a culpa é sempre das “más companhias”, ou seja, dos filhos das outras. Mãe é mãe. Se ainda viva, somente uma total impossibilidade prática leva os filhos a não visitá-las no seu dia, mas não faltará nunca um telefonema, ou, mais modernamente, uma mensagem no WhatsApp. Aqueles que querem mostrar para todo mundo que não esquecem sua mãe, mandam a mensagem via Twitter ou Facebook. Se já falecida, visitam-na no seu túmulo, coisa que não costuma fazer nem no Dia de Finados. O Dia das Mães não é apenas um dia comercial, embora seja a data do ano mais festejada, e duplamente,  pelos comerciantes e industriais (além dos floristas, é claro) – porque também têm ou tiveram mães e porque é a data de maior venda, depois do Natal. Ah, e porque tem aquele almoço de quando éramos crianças, nem que seja num restaurante. A todas as mães e seus filhos, o Itajubá Notícias deseja um feliz 12 de maio de 2019.


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